terça-feira, 30 de junho de 2015

MAN LATIN AMERICA REALIZA DIA DO CAMINHONEIRO EM SUA FÁBRICA DE RESENDE

 

A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, abrirá as portas de sua fábrica em Resende (RJ) para conscientizar motoristas e população sobre saúde e segurança nas estradas. O evento será realizado entre os dias 30 de junho, data em que se comemora o “Dia do Caminhoneiro”, e 1º de julho, das 8h às 16h, na portaria de operações de carga e descarga da montadora (Gate). No local, será montada uma estrutura com carretas estande e postos exclusivos para atendimento aos visitantes.
Em parceria com as empresas JSL, Gefco e Expresso Mirassol, a MAN Latin America vai oferecer palestras sobre segurança na estrada, qualidade de vida e alcoolismo, bem como apresentação de vídeos diversos. Os participantes poderão ainda aferir a pressão arterial, medir o índice de massa corporal (IMC), realizar exames de oximetria de pulso (saturação de oxigênio no sangue), glicemia capilar (nível de açúcar na corrente sanguínea), além de receberem brindes e folhetos sobre os temas discutidos.
“Esta é uma iniciativa que pretendemos firmar em nosso calendário de atividades, pois reconhecemos a importância desta classe, tanto para a cadeia de produção, quanto para o crescimento do país. É importante que as empresas se mobilizem para valorizar a profissão e incentivar hábitos e costumes que fomentam cada vez mais a qualidade de vida deste profissional e sua família”, ressalta Adilson Dezoto, vice-presidente de Produção e Logística da MAN Latin America. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, 85.200 caminhões trafegam pelo trecho da região Sul Fluminense diariamente.

Preocupação também dentro de casa
Além de promover esta iniciativa inédita com caminhoneiros, a MAN Latin America também mantém o bem-estar de seus colaboradores por meio de ações e campanhas internas de conscientização. Fato pode ser comprovado pelo nível exemplar da taxa de frequência de acidentes que chegou a 3,7, alcançado de janeiro a maio de 2015. Esse indicador é referência em toda indústria para avaliar a segurança dos trabalhadores em suas atividades e, para tanto, considera a proporção entre o número de acidentes ocorridos e o de horas trabalhadas.

FONTE: Man Latin América 

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

FORD APRESENTARÁ 6 NOVOS MODELOS EM 2015













Não só de automóveis leves e picapes vivem algumas marcas. A Ford e a sua linha de caminhões tem tradição no país, com 58 anos de fabricação nacional, primeiro no bairro do Ipiranga, em São Paulo, e desde 2001, na planta de São Bernardo do Campo. O destaque fica principalmente com a linha F, líder do seu segmento de semileves, e a linha Cargo e sua versatilidade de uso urbano em diversas aplicações. 

Como aconteceu com o mercado de automóveis leves, as vendas dos caminhões também tiveram queda. Para reforçar sua participação perante a concorrência, a Ford irá apresentar seis modelos novos para este segmento até o fim deste ano. 

Entre as novidades, estão caminhões com transmissões automáticas, para você, caminhoneiro, também sentir o confronto deste tipo de câmbio, já bem popular nos automóveis e picapes. Afinal, as horas que você passa na estrada e cidade são importantes para nós e a economia nacional. 


Outra novidade é um caminhão com tração 8x2, pensado para aplicações especiais, que precisam de maior capacidade de carga, mas maior economia de combustível e sem necessidade de tração em mais de duas rodas. Sua ideia é ser um diferencial da Ford, como aconteceu com o F-4000, um leve com tração nas 4 rodas para uso rural e urbano.

FONTE: Diário de S.Paulo 

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quarta-feira, 24 de junho de 2015


Samsung testa “caminhão transparente” na Argentina

Veículo equipado com uma câmera e uma tela na parte de trás mostra o que está acontecendo na frente, para facilitar ultrapassagens

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Sabendo dos riscos de executar uma ultrapassagem atrás de um caminhão em uma rodovia de mão dupla, a Samsung desenvolveu na Argentina um mecanismo de segurança inusitado.
Os veículos que transportam para a empresa poderão ser equipados com uma câmera e uma enorme tela na parte de trás. As imagens são transmitidas por quatro monitores instalados na traseira do caminhão. As telas vão dar aos motoristas atrás do caminhão uma visão do que está acontecendo na frente, mesmo no escuro da noite.
Na Argentina quase uma pessoa morre em acidentes de carro por hora, e com esse dispositivo a empresa pretende reduzir este triste índice.
A Samsung testou um protótipo do “caminhão transparente”, mas o veículo ainda não está em operação, porém a empresa garantiu que a tecnologia funciona.
Segundo a fabricante de eletrônicos, o próximo passo é realizar mais testes a fim de cumprir com os protocolos nacionais e obter as autorizações necessárias. Para isso, a Samsung está trabalhando em conjunto com ONGs e governo argentino.
Fonte: Portal Transporta Brasil

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terça-feira, 23 de junho de 2015

Roda de Alumínio vai muito além de embelezar o caminhão, ela traz muitos benefícios a médio prazo e garante economia!


















Na busca por redução de consumo e maior capacidade de carga, muitos transportadores brasileiros têm optado pelo uso das rodas de alumínio. Mais leves e mais eficientes na dissipação do calor, elas proporcionam vantagens atraentes para os profissionais das estradas. Embora ainda não tenham dominado totalmente o mercado brasileiro, a demanda por esse tipo de componente tem crescido acentuadamente. Segundo dados da ABAL (Associação Brasileira do Alumínio), depois da construção civil, o setor automotivo já é o que mais utiliza esse material.

Aos poucos, a tendência é que o mercado brasileiro siga os exemplos da Europa e dos Estados Unidos, onde as rodas de alumínio já são preferência entre os transportadores. Por aqui, a maioria dos caminhões ainda utiliza rodas de aço.

Uma das principais vantagens das rodas de alumínio é a redução de peso. Elas chegam a ser entre 30% e 35% mais leves que as rodas de aço. Vale ressaltar que existem rodas de alumínio injetado ou fundido (também chamadas de liga leve) e as forjadas de alumínio.

Toda essa leveza resulta em maior capacidade de carga para o caminhão. Na prática, em alguns casos, o aumento da carga útil pode chegar a 800 kg. Além disso, o menor peso das rodas alivia a suspensão e permite ao motor exercer menos força para deslocar o veículo. Consecutivamente, isso reduz o consumo de combustível.

De acordo com informações da Italspeed, além da redução de peso, estudos comparativos realizados em diversas condições de estradas nos Estados Unidos e em países da Europa demonstraram que as rodas de alumínio propiciam uma rodagem mais macia, que se traduz em menos desgaste de pneus e economia de combustível.

O fato de permitir um aumento da durabilidade dos pneus é em razão da dissipação do calor gerado nas rodas, evitando assim o superaquecimento dos pneus e o desgaste prematuro do componente. O mesmo benefício se aplica também aos freios do veículo. As rodas de alumínio beneficiam o sistema com a dissipação de calor.

A grande questão está na resistência dos produtos. Os adeptos das rodas de aço apontam esse material como uma das principais vantagens desse tipo de componente.  Por outro lado, Escoboza garante que esses benefícios também podem ser encontrados nos produtos fabricados com alumínio. “Ao contrário do que muitos pensam, as rodas forjadas de alumínio são resistentes e podem suportar até cinco vezes mais aos impactos que os demais tipos de produtos oferecidos pelo mercado”, afirma o gerente comercial.

Uma coisa é certa, comprovadamente, o alumínio é muito resistente a corrosão, o que garante a durabilidade de 15 anos para as rodas fabricadas com o material, além de ser totalmente reciclável.

O que deixa a roda de alumínio em desvantagem quando comparada à de aço é o preço, já que ela custa quase três vezes mais, segundo informações da fabricante Italspeed. Esse é o principal fator que impede esse tipo de componente de ser completamente adotado pelo mercado brasileiro. No entanto, as fabricantes que defendem o alumínio como matéria-prima, garantem que os investimentos nesse produto têm retorno em médio prazo, devido aos benefícios já mencionados.

Segundo dados da Rodamínio, de alguns anos para cá, o setor percebeu a necessidade de investimentos em itens mais sofisticados e que ofereçam vantagens ao transportador. Os frotistas que já fazem parte desta realidade sentem no bolso as vantagens das rodas de alumínio. Com o crescimento da economia brasileira e a expansão da malha rodoviária, o profissional que estiver preparado irá colher ótimos resultados. Na visão dos especialistas da empresa, esse tipo de roda será certamente uma tendência no mercado brasileiro de caminhões e ônibus.

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Rodovias brasileiras exigem jogo de cintura do motorista para vencer os buracos

Segundo a pesquisa de rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT) de 2014, 62,1% das rodovias brasileiras avaliadas foram consideradas péssimas, ruins ou regulares, devido a comprometimentos nas características de geometria, sinalização e pavimentação da via. Por isso, todo cuidado com a buraqueira é pouco: os desgastes das pistas podem causar transtornos como o estouro do amortecedor, a quebra da mola de suspensão, além de acidentes.

A professora Angelina Carvalho voltava do município de Serra Talhada pela BR-232, em Pernambuco, quando perdeu a calota de um dos pneus de seu carro. "Era início de noite e não vimos o buraco. A via não estava bem iluminada, mesmo com o farol, não conseguimos vê-lo", conta. Como o pneu não baixou, Angelina e família preferiram seguir viagem. "Tenho visto nos jornais que muitos assaltos acontecem nessa rodovia, não é seguro de ficar. Em outra ocasião, já tivemos que parar e trocar o pneu", comenta.

De acordo com o chefe de oficina Ronaldo Leonor da Silva, os problemas mais comuns ocasionados por buracos são os empenamentos do caster e da cambagem (ângulo medido na roda em relação à sua inclinação vertical) dos borrachudos. "A primeira situação acontece quando as rodas dianteiras caem primeiro e acabam indo para trás. A segunda, quando a linha vertical da roda trava na parte superior, o que faz o automóvel pender para um dos lados e cantar pneus nas curvas, além de desgastar os pneus rapidamente", explica. Por isso, o mêcanico coloca como fundamental, caso hajam atritos mais sérios com os buracos, a visita à uma oficina. "É preciso saber se alguma bandeja foi empenada ou se a linah de cambagem foi afetada. Talvez também seja necessário corrigir o alinhamento do carro".
Alinhamento e Balanceamento 

O primeiro processo corrige as medidas de suspensão e evita que o veículo penda para algum dos lados. O segundo, equilibra a roda em seu giro, fazendo a redistribuição do peso corretamente, dando fim à trepidação irritante quando o carro atinge velocidades mais elevadas. Além de tornar o veículo mais seguro, os processos aumentam a vida útil dos pneus. Por isso, lembre-se de realizá-los a cada 5 mil quilômetros rodados. 

Dible os buracos

1. Como os buracos fazem carreira nas rodovias brasileiras, conhecer o trajeto é uma mão na roda de que não é fã de surpresas. Por isso, priorize as rotas conhecidas;
2. Se a única opção for desbravar caminhos desconhecidos, toda a atenção do mundo é necessária, à via e ao motorista da frente: mantenha pelo menos 15 metros de distância dele e observe sua movimentação;
3. Nunca é demais repetir que não dá para viajar com os pneus descalibrados. Favor não esquecer que a calibragem inclui o estepe, que você deve ter sempre à mão;
4. Se vier em alta velocidade e só vir o buraco em cima, acelere. Frear na passagem pelo obstáculo aumenta o atrito. Mas lembre-se: o correto é andar em velocidade compatível com a via.
FONTE: Vrum 


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quinta-feira, 18 de junho de 2015

SP tem primeira frota de ônibus a hidrogênio do país.

























O Estado de São Paulo dá mais um passo para a preservação do meio ambiente. Foram entregues nesta segunda-feira, 15, três novos ônibus movidos a hidrogênio para transporte urbano no Brasil. Trata-se da primeira frota brasileira com essa especificidade. "Vai ajudar muito com a questão da poluição e meio ambiente, além de oferecer conforto, rapidez e contribuir com a saúde da população", declarou o governador Geraldo Alckmin, durante a entrega.

Os veículos têm tecnologia de propulsão, ou seja, não emitem poluentes (material particulado e gases de efeito estufa), apenas vapor d'água é eliminado pelo escapamento dos ônibus, que também oferecem mais espaço aos passageiros, aperfeiçoamento dos sistemas de controle e integração a bordo e nacionalização de todo o sistema de tração.
O projeto é totalmente brasileiro e foi coordenado pela EMTU/SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A.). Além do Brasil, os únicos países capazes de desenvolver e operar ônibus com tal tecnologia são Alemanha, Canadá e Estados Unidos. "O grande desafio das metrópoles do mundo inteiro é mobilidade urbana e poluição", acrescentou o governador.
A primeira frota vai circular no trecho Diadema/Morumbi no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD). 

Estação de Abastecimento
A estação de produção e abastecimento de hidrogênio, instalada na Unidade São Bernardo do Campo da EMTU, é responsável por separar as moléculas de água por meio de eletrolisadores (esse mecanismo separa os elementos químicos usando eletricidade).
O oxigênio da molécula será liberado para atmosfera e o hidrogênio, comprimido e armazenado para abastecer os ônibus. A operação dessa estação ficará a cargo da Petrobras Distribuidora.

Fauna brasileira
A fim de homenagear a conquista da engenharia nacional e associar visualmente os ônibus à tecnologia ambiental, as carroçarias dos veículos trazem desenhos de pássaros representativos da fauna brasileira e foram batizados com o nome de três espécies. São elas: Ararajuba, ave da região Amazônica que representará as regiões Norte e Nordeste; Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal e Sabiá Laranjeira, considerada por decreto presidencial como um dos quatro símbolos nacionais.




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segunda-feira, 15 de junho de 2015

 Caminhoneiros passarão mais seis meses sem obrigação de realizar exame toxicológico.

 

   15/06/2015

Prevista inicialmente para ser colocada em prática a partir do primeiro dia de 2014, a resolução do Contran, o Conselho Nacional de Trânsito, que torna obrigatória a realização de exames toxicológicos para caminhoneiros e motoristas de veículos pesados, sofreu, neste mês, o quarto adiamento em um ano e meio.

Com o novo atraso, os interessados em tirar ou renovar a Carteira Nacional de Habilitação nas categorias C, D e E estão desobrigados a se submeter ao teste até 31 de dezembro de 2015. Segundo dados da ONG Associação de Vítimas – Trânsito Amigo, ao todo, 24 mil vidas deixarão de ser poupadas em razão do impasse.O órgão se limita a dizer que o novo atraso foi necessário para que sejam realizadas análises mais minuciosa dos procedimentos.

A falta de clareza e a lentidão neste processo causam revolta em quem carrega na memória as marcas da violência no trânsito. Fernando Vieira, que após perder um filho em um acidente passou a defender ações propositivas para mudanças urgentes nas lei por meio da Associação de Vítimas – Trânsito Amigo, afirma que o adiamento representa um enorme retrocesso. Segundo a ONG, o Brasil é o terceiro país com mais mortes no trânsito, com aproximadamente mil óbitos a cada mês. Além disso, 38% dos acidentes em estradas federais do país envolvem veículos pesados.

‘O motorista profissional, às vezes, para cumprir longas jornadas, distâncias muito grandes, faz o uso de cocaína ou de qualquer substância psicoativa. Muitas vezes, você está na estrada com sua família e você está se defrontando com um zumbi. Esse teste não é para punir esse motorista ou para que ele perca o emprego. É para ele se tratar’.

Uma pesquisa feita em 2014 pelo Grupo Arteris, concessionária que controla uma série de rodovias nacionais, calculou que 13% dos motoristas de caminhão usam drogas à base de anfetaminas, conhecidas como rebite, para enfrentar longas jornadas de trabalho.

Essa realidade é confirmada pelo presidente da União Nacional dos Caminheiros (UNICAM), José Araújo Silva. Ele ressalta, no entanto, que a nova regra deveria ser implementada junto a uma série de medidas que valorizem a categoria. Caso contrário, os caminhoneiros terão apenas o ônus de um gasto a mais, ao terem que pagar entre R$ 270 e R$ 290 pelos exames.

‘As medidas, não tenha dúvida, são corretas. Só que o caminhoneiro não tem condições de pagar nada de adicional. Ele já não vive. Ele vegeta. O frete que temos hoje é o mesmo de seis ou sete anos. Então, tudo que vier de custo para o caminhoneiro, ele se recusa a pagar por não ter condições’.

Os testes deverão ser feitos feitos no momento da expedição da carteira e a cada cinco anos, no período de renovação. A resolução do Contran prevê a coleta de fios de cabelo, pelos ou unha para que sejam identificadas evidências do uso de drogas pelo motorista nos três meses pregressos ao exame. Com os resultados em mãos, uma clínica credenciada pelo Denatran, o Departamento Nacional de Trânsito, emitirá um laudo médico de aptidão do motorista.

O documento estabelece que cocaína, crack, merla, maconha e derivados, morfina, heroína, ecstasy, ópio, codeína, anfetamina e metanfetamina serão as drogas detectadas. A existência da substância psicoativa não configura isoladamente o uso ilícito ou dependência. Segundo o Denatran, um médico será o responsável final pela análise e avaliação das informações do exame.

Para o médico Fernando Machado, representante da Abrament, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a resolução do Contran não representa a medida ideal para fiscalizar o uso de entorpecentes. Ele defende que a regra é cara e ineficaz.

‘Nós teremos que ter fiscalização de álcool e drogas na via, no momento em que o cidadão está conduzindo sobre o efeito de álcool e drogas, e não uma fiscalização a cada cinco anos, na hora em que o motorista vai fazer a renovação da carteira. Isso não teria o efeito protetor cotidiano. Seria Episódico’.

Segundo o Denatran, nos próximos meses, o órgão realizará estudos em conjunto com o Ministério da Saúde para definir os requisitos a serem exigidos dos laboratórios que realizarão os exames. Até 1 de janeiro de 2016, o novo prazo para a implantação, estão suspensos os credenciamentos de prestadoras de serviços laboratoriais, inclusive aqueles que já haviam sido aprovados.

Fonte: Rádio CBN

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Rampas de escape evitam acidentes caso caminhões não consigam frear












Uma medida simples, como as rampas de escape, pode aumentar a segurança nas estradas e salvar vidas. Elas são construídas às margens das rodovias para caminhões e ônibus que não conseguem parar, caso fiquem sem freio durante a descida. O único problema é que no Brasil só existem três rampas de escape.
Imagens mostram quando um ônibus aparece na curva, sai da pista e quase tomba com 50 pessoas a bordo. Ele perdeu o freio. O motorista só conseguiu parar porque viu o aviso: área de escape, antes da curva e não foi só ele. Uma carreta cruza as faixas, na frente de outro caminhão, entra na área de emergência e para de forma brusca, alguns metros adiante. A pista é chamada de rampa de escape.
Tem quase cem metros de comprimento e um metro de profundidade. A primeira rampa foi construída há mais de 12 anos. Ela fica no começo da descida da serra da Via Anchieta, o caminho feito por carretas vindas de todo o país, com produtos que vão ser exportados através do Porto de Santos, no litoral paulista. É tráfego pesado e que ainda conta com abuso da velocidade e com o excesso de peso.

Por isso, outra rampa foi aberta no final da serra da Anchieta, no ano passado, depois de passar nos testes feitos com carretas carregadas com quase 40 toneladas. As duas já evitaram 724 acidentes.
“Primeiro nós reduzimos as causas-morte no trecho. Ele também evita a colisão traseira porque ele sabe que tem um área, quando ele consegue chegar na área, ele usa ela com sucesso. Isso evita sim um mau maior ou uma gravidade maior do acidente”, fala o coordenador de tráfego da Ecovias, Raul Boff.
Apesar da eficiência, só duas rodovias do Brasil tem rampas de escape. Além da Via Anchieta, em São Paulo, outra foi inaugurada na BR-376, no Paraná. O caminho de tudo o que é produzido no Sul do país é embarcado no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. A rampa já evitou 125 acidentes. A serra, no Paraná, tem 19 quilômetros. Do topo até o final são 710 metros de declive. O abuso é constante. Uns aceleram demais e caminhões que quase não suportam o peso.
“A cada dez caminhões cerca de quatro veículos tem problema de freio. Desde problemas de lona de freio, que há muito desgastada, as mangueiras de ar está comprometida, problema na distribuição do óleo hidráulico. São problemas diversos que são característicos de falta de manutenção”, fala diz o gerente de operações da Autopista Litoral Sul, Ademir Custódio.
Quando o caminhoneiro não está correndo e vê a rampa, ele consegue entrar bem devagar. Mas, se o defeito aparece quando a velocidade é alta, não tem jeito. A rampa é invadida e mesmo assim o caminhão para. O último caminhão entrou na rampa à noite, duas semanas atrás, porque faltou freio.  Era o caminhoneiro Elton Fernando Araújo quem dirigia a carreta- frigorífico. O caminhão dele ficou intacto e ele já voltou a trabalhar.
“Eu estava aquecendo os freios, começou a fumaçar os freios, eu avistei a rampa já. É horrível. Você pensa na família, você pensa em tudo. Pensa em quem está andando na estrada também, a cabeça pensa num monte de coisa. Mas tem que manter a calma para poder decidir o que vai fazer”, conta o caminhoneiro.
Segundo a concessionária Ecovias, a rampa de escape construída no quilômetro 49 da Rodovia Anchieta custou R$ 2,5 milhões.
FONTE: Jornal Hoje 


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segunda-feira, 8 de junho de 2015

SETCEMG OFERECE CURSO SOBRE PLANEJAMENTO DE MANUTENÇÃO DE FROTAS


O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Setcemg) está com inscrições abertas para o curso de Planejamento de Manutenção de Frotas no Transporte. O treinamento será realizado no dia 20 de junho, na sede do Setcemg, localizado na Av. Antônio Abrahão Caram, 728, Pampulha, de 9h às 17h. O encontro irá abordar conhecimentos técnicos para a implantação de uma gestão de manutenção de veículos, visando obter a redução dos custos operacionais no segmento do Transporte.

A capacitação foi criada especialmente para gerentes de manutenção, gestores em custos e demais envolvidos com a manutenção de frotas e treinamento operacional. O conteúdo programático será ministrado por Laércio Almeida Rodrigues, Pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho, bacharel em Administração de Empresas e MBA em Estratégia Empresarial. Ele atua há mais de 28 anos em gestão da manutenção e administração de equipamentos, máquinas e veículos para uso em transporte de cargas . Para mais informações sobre inscrições entre em contato pelo (31) 3490-0330 ou treinamento@setcemg.org.br ou acesse www.setcemg.org.br.


FONTE: Assessoria de Imprensa

terça-feira, 2 de junho de 2015

Polícia Civil faz operação contra roubo de cargas em SP


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Desde a madrugada desta segunda-feira (1º), 150 policiais da Grande São Paulo fazem uma operação para cumprir 36 mandados de prisão contra suspeitos de participar de roubos de carga em estradas do estado. Na capital e em Guarulhos, 24 pessoas já foram presas, entre elas, uma mulher.
Segundo a polícia, a mulher tinha uma função estratégica na quadrilha, porque enganava os motoristas. A suspeita passava de carro e avisava sobre um problema no caminhão. Então, o caminhoneiro parava e era abordado pelo restante da quadrilha.
Ainda de acordo com a polícia, na operação foram apreendidos 17 carros, sendo um com sirene e luzes semelhantes às de um veículo da polícia, uma moto aquática e um aparelho que serve para desligar o rastreador dos caminhões. A polícia informou ainda que 16 caminhões foram recuperados. Sobre os carros, a polícia ainda faz um levantamento para saber quais são roubados ou furtados.
A operação é comandada pela Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes, que começou as investigações depois de um roubo na Rodovia Ayrton Senna, no trecho de Mogi das Cruzes, em janeiro deste ano.
A partir do caso, a polícia foi autorizada a fazer escutas e a acompanhar os suspeitos ao longo das rodovias.
caminhoes_quadrilhaOs investigadores identificaram quatro quadrilhas especializadas em roubo de cargas e caminhões. Elas atuavam, principalmente, nas rodovias Dutra, Ayrton Senna, Anhanguera e Fernão Dias (na altura das cidades de Mairiporã, Atibaia e Bom Jesus dos Perdões).
Investigação
Além dos mandados de prisão, a Polícia Civil informou que também vai cumprir 99 mandados de busca e apreensão em vários municípios da Região Metropolitana.
De acordo com a polícia, os alvos dos mandados são integrantes das quatro quadrilhas que atuavam no estado. Além disso, também estão na mira da polícia três receptadores, um deles do Piauí, que recebiam caminhões roubados para a revenda.
Segundo a polícia, todos vão responder por roubo qualificado, formação de quadrilha e sequestro, já que em todas as ocasiões os motoristas eram feitos reféns por horas e ficavam rodando em um veículo com os criminosos ou eram mantidos em cativeiro.
A Polícia Civil fez um perfil das quadrilhas investigadas. A primeira descoberta tinha 13 integrantes. O grupo atuava principalmente na Fernão Dias, e o foco dele eram caminhões que seriam levados para o Piauí com as placas adulteradas.
A segunda quadrilha tinha 12 integrantes, e a atuação era concentrada na Rodovia Presidente Dutra. A terceira também tinha como foco as cargas e tinha cinco integrantes. Já a quarta quadrilha contava com cinco integrantes e tinha dois receptadores, que também são donos de desmanches.
Nos seis meses de investigação, o núcleo de Roubo de Carga de Mogi das Cruzes acompanhou, por meio de escutas, a atuação das quadrilhas em 28 roubos de caminhões, sendo que 15 foram recuperados. Ainda de acordo com a polícia, quase todos os integrantes dos grupos criminosos já cumpriram pena por roubo, e os três receptadores já têm passagens por esse tipo de crime.
Aumento do crime
A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou, em maio, que o roubo de carga foi um dos crimes que mais cresceu, tanto na capital quanto no Estado de São Paulo. Os números são de abril deste ano em comparação com o mesmo mês em 2014.
No estado de São Paulo, o roubo de cargas passou de 702 para 761 – um aumento de 8,45%. Só na capital, esse tipo de crime teve alta de 19,63%: foram 463 casos neste ano contra 387 no ano passado.

Fonte: TV Diário

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MPF processa empresas com caminhões com excesso de peso

Caminhões estragam a pista e aumentam o risco de acidentes para todo mundo nas estradas brasileiras.


O Ministério Público Federal está processando empresas que puseram caminhões com excesso de peso nas estradas brasileiras. Eles estragam a pista e aumentam o risco de acidentes para todo mundo.
O asfalto racha, fica ondulado e faz o baú do caminhão balançar. Os buracos aparecem e aumentam a cada dia, até ficarem quase intransitáveis, como o trecho da BR-158, em Goiás.
E os acidentes acontecem de repente, quando a suspensão dos caminhões não suporta o peso. Cargas inteiras vão parar no meio do asfalto e causam o bloqueio total das estradas por longos períodos.
A Polícia Rodoviária Federal diz que a principal causa deste tipo de acidente é o excesso de peso.
“Muitos motoristas andam com duas notas fiscais. Uma com o limite do caminhão, e o policial com a experiência do trecho, ele consegue encontrar uma segunda nota, que é o complemento daquele peso total”, diz Luís Carlos Maciel Jr., chefe da comunicação social PRF-SP.
As rodovias federais mantidas por concessionárias como a Régis Bittencourt, a Fernão Dias e a Dutra têm balanças que apontam o nível dos abusos.
“Nós já pegamos aqui na balança caminhões feitos pra 45 toneladas com 80, 90 toneladas. Caminhões pra 70 toneladas com quase 100. Claro que o excesso de peso diminui a vida útil do pavimento. Eu tenho que fazer obras ao longo da rodovia e em lugares como entrada de Rio, entrada de São Paulo, isso provoca um incômodo pro usuário”, diz Marcos Brunelli, gestor de atendimento CCR NovaDutra.
O Ministério Público Federal tem processado empresas e transportadoras que colocam caminhões com excesso de peso nas estradas. Além de pagar pelo conserto, elas também podem ser cobradas pelo risco que oferecem aos outros motoristas. Só uma rede atacadista de supermercados foi multada 305 vezes. Os processos são abertos na Justiça Federal.
“Os pedidos formulados basicamente são os seguintes: de que haja proibição pra que essas empresas promovam novamente a saída de mercadorias, de veículos, dos seus estabelecimentos comerciais. Além disso, pedimos pra que elas sejam condenadas a reparar os danos materiais causados”, diz Ronaldo Ruffo Bartolmazi, procurador da República.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes tem uma lista das mais multadas por sobrepeso. As recordistas são duas empresas de ônibus. Uma foi autuada quase 23 mil vezes em cinco anos. A segunda foi flagrada mais de 21 mil vezes.
O número de multas poderia ser ainda maior. O problema é que ônibus e caminhões passam sem pesar por balanças como a mostrada no vídeo, na Bahia. Todas as balanças do DNIT foram fechadas pela Justiça em julho do ano passado, porque o Ministério Público do Trabalho alegou que todos os funcionários eram terceirizados. Desde então, as balanças não abriram mais.
O DNIT recorreu da decisão da Justiça e argumentou que os funcionários terceirizados operam só a parte técnica da balança. Segundo o DNIT, os responsáveis pela aplicação das multas são funcionários do departamento.

FONTE: G1

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